terça-feira, março 24, 2009

"O Ladrão de Livros" - à venda em todas as Livrarias

(…) Percorro cada palavra, como se fosse única. Deixo que elas brinquem com o inconsciente de uma qualquer frase. Gosto de as perseguir, olhá-las com a mesma paixão que te olho. Sim a ti! Sentir-te na ponta dos dedos e construir-te no teu próprio prazer. Desfolho-te, página a página, saboreando a tua alma, o teu espírito, o teu desejo.





(…) Regresso ao fim do dia, cansado, derrotado e humilhado. Espero por ti sentado naquele pedaço – de mim – que ainda me sobra. Suavemente fixo-te e espero que renasças nas pregas da minha mente, as percorras e te libertes.

(…) Inspiro de forma natural, na esperança que o teatro da minha vida não se traduza na fútil imaginação dos fracos. Dou mais um passo, percorro mais um destino – o meu – e deixo-me acreditar no teu silêncio. São palavras, apenas palavras que se distraem com o toque dos meus dedos. Um dia sonhei contigo, mas hoje sei que posso acordar ao teu lado.


Apeteceu-me

"O Ladrão de Livros" já está cá fora, ganhou asas e voou.
Encontra-se à venda em todas as livrarias do País e do Brasil.
Brevemente serão feitas as diversas apresentações públicas -
considerem-se desde já convidados, depois será comunicado o local e a
Cidade.

“O Ladrão de Livros” é um convite a uma meditação interior, a umaviagem pela nossa solidão, com um destino bem definido – a nossaredescoberta.
É ténue a fronteira entre o sonho e a realidade. Realidade que nos
conduz a uma paz e nos ensina a sorrir para a vida, independentemente das circunstâncias, dos nossos recalcamentos, dos nossos fantasmas…

"É preciso acreditar, para darmos o próximo passo" Charles de la Folie


terça-feira, março 10, 2009

"Ladrão de Livros" nos escaparates a 20 de Março



“O Ladrão de Livros”

Quantas vezes estamos a um passo “de um dia florido de primavera, de algo poeticamente belo, do gosto doce de uma noite de amor, de um abraço forte e sentido…” e deixamo-nos viver numa irresolução constante, onde falta o destemor para seguir em frente?

Acredito que todo o ser humano possui a capacidade para o bem-estar. Gostaria que este meu novo livro servisse de estímulo para alcançar essa felicidade, sem, contudo, rejeitar a verdade, o sofrimento…

“O Ladrão de Livros” é um convite a uma meditação interior, a uma viagem pela nossa solidão, com um destino bem definido – a nossa redescoberta.

É ténue a fronteira entre o sonho e a realidade. Realidade que nos conduz a uma paz e nos ensina a sorrir para a vida, independentemente das circunstâncias, dos nossos recalcamentos, dos nossos fantasmas…

Matilde “sentia-se copiosamente sozinha. De si saía magia, não a sabia utilizar. No seu olhar encontrava-se a esperança de deixar toda a sua solidão.”

David “sentia o corpo flácido e sem vontade. Há 28 anos que é assim…vivia alienado do mundo desde que os seus pais tinham morrido. Nunca recuperou dessa enorme perda.”

Matilde e David não se conhecem, quiçá seja o contrário?! Ambos procuram a pulcritude, mas são dominados por um emaranhado de dúvidas, indecisões, receios…

Matilde “perguntava vezes sem conta, se a sua vida seria infinitamente cruel…”. David via a sua “como um enorme quebra-cabeças – um puzzle que, na maioria das vezes, parece não ter solução. Precisava urgentemente de algo que pudesse ter um significado especial. Interrogava-se – afinal…quem sou eu? Um ladrão de livros? Roubo-lhes a alma e bebo-lhes a vida?!

Fechei os olhos, por breves instantes, tão breves que não dei conta, procurei memórias de infância, recordei como fui um miúdo feliz. Passei com o indicador por cima de toda a minha vida, percorri-a e revivi-a ali parado, num silêncio apetente – não me arrependia de nada, nem mesmo do meu interior. Teria por certo de o ajustar.

Matilde e David lêem o mesmo livro “Linhas Paralelas”, não o sabem. Será?! “Um livro muito intenso e profundo, apodera-se de nós, da mesma forma que nós nos apoderamos dele… atira-nos para o meio de dúvidas, ao mesmo tempo que nos ensina a sobreviver a nós… É arrebatadoramente mágico!

Cada livro é um caixão de vida, de histórias e vontades, que esconde desilusões, paixões e solidão – onde se erguem sorrisos, sonhos e aventuras sem fim.

“O Ladrão de Livros” indica-nos o caminho para aceitar e enfrentar as vicissitudes…e aprender a sorrir-lhes…”porque esse sorriso simboliza tudo com que costumo sonhar.

Apeteceu-me

"Só o Medo supera a cobardia, só o medo nos desperta a ambição" Charles de la Folie